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Língua, 11–13 anos — 57 tópicos · MyLeoNes™ Kuks

57 tópicos de língua escritos para 11–13 anos — não é um texto de mais velhos simplificado. Por ordem de ensino, cada um um baralho de cinco cartões: a ideia, porque existe, um exemplo resolvido, a armadilha comum e onde aparece.

Língua · 11–13 anos

  1. Registar o que ouves: selecionar e organizar

    Decidir o que procuras ao ouvir, guardar só o relevante e registá-lo de forma organizada: palavras-chave, tabela, setas.

  2. Planificar uma apresentação oral e ligar bem as ideias

    Escolher a finalidade (expor, recontar, tomar posição), fazer um guião por tópicos e ligar as ideias com conetores, retomas e tempos verbais certos.

  3. Captar a atenção, ler o feedback e intervir com respeito

    Usar o corpo e a voz para prender o público, ajustar-te às reações dele e fazer perguntas à vez, no grau de formalidade certo.

  4. Ler textos narrativos e expositivos: para quê e de que maneira

    Distinguir textos narrativos de expositivos, ligá-los a uma finalidade (lúdica, estética, informativa) e escolher como ler: em voz alta, em silêncio ou sozinho.

  5. Perceber um texto: sentido global, tema, ideias principais e inferências

    Dizer do que trata o texto no seu todo, encontrar o tema, as ideias principais e o ponto de vista, e fazer inferências que justificas com pistas.

  6. Como o texto se organiza e como registar o que lês

    Reconhecer as partes e subpartes de um texto e depois registar e tratar a informação: sublinhar, notas à margem, esquema e resumo com palavras tuas.

  7. Recursos expressivos nos textos do dia a dia

    Reconhecer a enumeração, a repetição, a adjetivação, a hipérbole e a pergunta retórica e dizer que efeito têm no sentido de um texto.

  8. Verbete, notícia e entrevista: textos que informam

    Reconhecer a finalidade e a estrutura de um verbete de enciclopédia, de uma notícia e de uma entrevista, e saber o que procurar em cada um.

  9. Anúncio publicitário e carta formal: convencer e pedir

    Reconhecer a finalidade e a estrutura de um anúncio publicitário e de uma carta formal, e lê-los com as perguntas certas.

  10. Narrar, exprimir, representar: os três géneros literários

    Textos narrativos, líricos e dramáticos: o que distingue cada um e que pergunta fazer quando o lês.

  11. Quem conta, quem vive, quando e onde: a estrutura da narrativa

    Encontrar o narrador, as personagens, o tempo, o espaço e a ação num conto, numa lenda ou num livro.

  12. Palavras que dizem mais: conotação, comparação, personificação

    Descobrir o que uma palavra sugere no contexto e explicar o que uma comparação ou uma personificação acrescenta ao texto.

  13. Temas, valores e outras artes: comparar e planear a leitura

    Encontrar o tema e os valores de um texto, compará-los com uma canção, uma pintura ou um filme e planear a leitura com um contrato.

  14. Declamar e representar: voz, pausas, didascálias

    Como preparar um poema para declamar e um texto dramático para o palco: ritmo, pausas, tom e didascálias.

  15. Descrever pessoas, objetos e paisagens para uma finalidade

    Escolher os pormenores, a ordem e as palavras de uma descrição conforme o motivo por que escreves e quem lê.

  16. Do plano ao parágrafo: ideias hierarquizadas e género textual

    Registar as ideias, hierarquizá-las, transformar cada grupo num parágrafo e escolher o género que convém à finalidade.

  17. Pontuação, ortografia e revisão: do rascunho ao texto final

    Pontuar para guiar o leitor, evitar palavras parecidas e rever o texto por voltas até ficar pronto.

  18. Escrever uma narrativa: partes e conectores

    Construir uma história com apresentação, desencadear, desenvolvimento e conclusão, ligando-a com conectores de tempo, causa, explicação e contraste.

  19. Defender uma posição: tese, argumentos e conclusão

    Escrever um texto que defende uma posição com razões e exemplos, responde a uma objeção e acaba por voltar à posição.

  20. Fragmentos e frases intermináveis

    Uma frase precisa de exprimir uma ideia completa e de ter um ponto de paragem claro. Aprendes a reconhecer partes que não conseguem estar sozinhas e frases unidas sem uma separação adequada.

  21. Ler nas entrelinhas

    Os escritores deixam muitas vezes parte do sentido por dizer. Aprendes a fazer uma inferência cuidadosa, juntando pistas das palavras ao que a situação torna provável, sem confundires um facto com um palpite.

  22. Facto, opinião e interpretação

    As afirmações podem relatar algo verificável, exprimir uma avaliação ou explicar o que algo significa. Distingui-las ajuda-te a ler com atenção, porque uma formulação confiante não transforma uma opinião ou interpretação num facto.

  23. Linguagem tendenciosa e parcialidade

    Algumas palavras fazem mais do que descrever: levam-te a aprovar ou a desaprovar algo. Aprendes a reconhecer linguagem tendenciosa, a identificar o ponto de vista que favorece e a reescrevê-la de forma mais neutra quando a imparcialidade importa.

  24. Dialetos e língua padrão

    As línguas têm formas diferentes conforme a região e o grupo social. Podes respeitar essa variedade e escolher a forma adequada a cada situação.

  25. Estrutura paralela

    Usar formas gramaticais correspondentes torna listas e comparações mais fáceis de seguir. O padrão ajuda o leitor a ver as ideias como igualmente importantes.

  26. Os dois-pontos e o ponto e vírgula ligam ideias

    Estes sinais fazem mais do que marcar uma pausa. Os dois-pontos apontam para uma explicação ou exemplo; o ponto e vírgula liga pensamentos completos e próximos.

  27. Os contra-argumentos fortalecem uma posição

    Um argumento forte não finge que as objecções não existem. Apresenta uma opinião alternativa séria e responde-lhe com justiça.

  28. Os apóstrofos mostram posse e letras em falta

    Um apóstrofo pode mostrar a quem pertence uma coisa ou indicar que faltam letras numa forma abreviada. Estes dois usos parecem semelhantes, mas têm significados diferentes.

  29. As comparações usam “like” ou “as”

    Uma comparação aproxima duas coisas diferentes para que o leitor imagine melhor uma característica. Em inglês, a comparação é anunciada por palavras como “like” ou “as”.

  30. As frases ambíguas permitem mais do que uma leitura

    Por vezes, as palavras e a gramática permitem dois significados razoáveis. Reconhecer essa ambiguidade ajuda-te a fazer uma pergunta melhor, a reescrever com clareza e a não presumir que a primeira leitura é a única.

  31. Instruções claras usam verbos precisos e ordem

    Boas instruções permitem que outra pessoa aja sem adivinhar. Indicam a ação, o objeto e a ordem, acrescentando apenas os pormenores que mudam o que a pessoa deve fazer.

  32. A ordem das palavras muda o destaque

    As mesmas palavras podem chamar a tua atenção para coisas diferentes quando mudam de ordem.

  33. Comparativos e superlativos

    Comparar só é útil quando sabes o que estás a comparar e em que medida.

  34. Os pontos de interrogação e exclamação mostram atitude

    Estes sinais mostram como quem escreve apresenta uma frase, não apenas que palavras ela contém.

  35. Parafrasear mantém o sentido

    Parafrasear é dizer uma ideia pelas tuas palavras, mantendo o que o original realmente significa.

  36. Sujeitos e objetos têm funções diferentes

    Descobrir quem age e quem é afetado ajuda-te a seguir o sentido, mesmo em frases longas.

  37. Um parágrafo desenvolve uma ideia principal

    Aprende como um parágrafo mantém várias frases ligadas, em vez de ser um amontoado de factos.

  38. Um resumo conserva o significado importante

    Resumir significa tornar um texto mais curto sem mudar a sua mensagem principal. Mantém-se o que o leitor precisa de saber e retiram-se pormenores que não são essenciais.

  39. Voz ativa e voz passiva

    O mesmo acontecimento pode ser descrito dando destaque a quem age ou àquilo que é afetado.

  40. Acrescentar pormenores com orações relativas

    As orações relativas acrescentam informação útil sobre uma pessoa, coisa ou lugar sem começar uma frase completamente separada.

  41. Construir palavras a partir de partes menores

    Radicais, prefixos e sufixos ajudam-te a perceber como as palavras estão relacionadas e o que podem significar palavras desconhecidas.

  42. As afirmações precisam de provas

    Aprende a distinguir aquilo que alguém afirma das provas que tornam essa afirmação credível.

  43. As vírgulas marcam limites

    Aprende uma ideia útil sobre a vírgula: pode mostrar como as partes de uma frase se ligam, mas não é apenas um sinal para cada respiração.

  44. Homófonos: o mesmo som, palavras diferentes

    Algumas palavras soam da mesma maneira, mas têm grafias e significados diferentes. Distingui-las torna a escrita mais clara.

  45. As expressões idiomáticas têm um significado próprio

    Algumas expressões não podem ser entendidas juntando simplesmente cada palavra. O seu significado vem da forma como uma comunidade linguística usa a expressão inteira.

  46. A linguagem muda consoante o destinatário

    Aprende como a mesma mensagem pode precisar de palavras e níveis de formalidade diferentes para um amigo, um professor ou o público.

  47. As palavras de ligação mostram relações

    Palavras como porque, contudo e por isso mostram aos leitores como uma ideia se liga à seguinte.

  48. O significado muda com o contexto

    Aprende por que razão a mesma palavra ou frase pode ter significados diferentes em situações diferentes.

  49. As metáforas tornam as ideias visíveis

    Percebe como uma metáfora liga uma coisa a outra para criar uma imagem ou sensação forte.

  50. Os verbos modais mostram intensidade

    Palavras como “pode”, “deve” e “tem de” mostram se algo é possível, necessário ou permitido. Pequenas mudanças podem alterar a força de uma mensagem.

  51. Os pronomes precisam de um referente claro

    Aprende como palavras como ele, isso e eles apontam para algo já mencionado, e como evitar que o leitor tenha de adivinhar.

  52. Citar e relatar o que foi dito

    A linguagem permite mostrar as palavras exatas de alguém ou explicar a sua mensagem numa frase nossa.

  53. As perguntas retóricas dirigem a atenção

    Uma pergunta nem sempre pede uma resposta. Às vezes, quem fala faz uma pergunta para nos levar a pensar, concordar ou reparar num ponto específico.

  54. O sujeito e o verbo têm de concordar

    Uma frase torna-se mais fácil de compreender quando o sujeito e o verbo concordam em pessoa e número.

  55. O núcleo de uma frase

    Percebe como uma frase se organiza à volta de quem age e do que acontece.

  56. A sensação transmitida por uma palavra

    As palavras podem referir-se à mesma coisa básica, mas sugerir aprovação, reprovação ou uma atitude especial.

  57. Os tempos verbais situam as ações no tempo

    As formas verbais ajudam o leitor a perceber se algo aconteceu, está a acontecer ou deverá acontecer.

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