Psicologia, 14–17 anos — 20 tópicos · MyLeoNes™ Kuks
20 tópicos de psicologia escritos para 14–17 anos — não é um texto de mais velhos simplificado. Por ordem de ensino, cada um um baralho de cinco cartões: a ideia, porque existe, um exemplo resolvido, a armadilha comum e onde aparece.
Psicologia · 14–17 anos
Correlação não é causalidade
Duas coisas podem mudar juntas sem que uma cause a outra. A psicologia precisa desta distinção para avaliar correctamente afirmações sobre o comportamento.
Condicionamento clássico
Um sinal neutro pode adquirir um significado emocional ou corporal depois de ser associado repetidamente a algo que já importa. Isto explica algumas reacções aprendidas sem as tratar como escolhas deliberadas.
Os limites da memória de trabalho
A memória de trabalho é o pequeno espaço mental usado para manter e manipular informação durante pouco tempo. Os seus limites explicam porque passos claros e menos distracções ajudam a pensar.
Viés de confirmação
Muitas vezes notamos e recordamos as provas que apoiam aquilo que já pensamos, dando menos atenção às provas contrárias. Reconhecer este hábito melhora o julgamento sem fingir que somos completamente neutros.
Condicionamento operante
Como as consequências tornam mais ou menos provável que um comportamento volte a acontecer.
Dissonância cognitiva
A tensão desconfortável entre aquilo em que acreditamos, sentimos e fazemos, e como tentamos reduzi-la.
O efeito do espectador
Porque podemos demorar mais a ajudar num grupo, sobretudo quando a responsabilidade parece partilhada.
A heurística da disponibilidade
Porque um exemplo que nos vem facilmente à cabeça pode parecer mais frequente ou provável do que realmente é.
O efeito placebo
As expectativas podem mudar a forma como uma pessoa se sente, mesmo quando um tratamento não tem nenhum ingrediente médico activo. O efeito é real, mas isso não significa que todas as doenças possam ser curadas pela crença.
O erro fundamental de atribuição
Ao explicar o comportamento de outra pessoa, tendemos a dar demasiada importância à sua personalidade e pouca à situação. Reconhecer este enviesamento ajuda-nos a julgar as pessoas com mais justiça, sem fingir que as situações explicam tudo.
O efeito de ancoragem
O primeiro número ou ideia pode puxar as estimativas seguintes na sua direcção, mesmo quando não devia ter muita importância. Conhecer este efeito torna mais fácil fazer uma pausa antes de aceitar um preço, uma estimativa ou uma opinião como ponto de partida natural.
A redução do esforço em grupo
As pessoas podem esforçar-se menos quando trabalham em grupo do que quando a sua contribuição individual é claramente visível. Isto não é inevitável nem prova de mau carácter; funções claras e responsabilidade visível podem mudar as condições.
Viés de auto-serviço
Muitas vezes explicamos o sucesso pela nossa capacidade, mas o fracasso pelas circunstâncias. Este viés pode proteger a confiança, mas também esconder aprendizagens úteis.
O efeito de halo
Uma qualidade visível pode influenciar o nosso julgamento sobre uma pessoa inteira. Isto ajuda a formar impressões rápidas, mas também pode fazer uma característica boa ou má parecer uma prova de todas as outras.
Ritmos circadianos e sono
O corpo funciona com um sistema de temporização de cerca de 24 horas que coordena o sono, a atenção e a temperatura. A luz, os hábitos e a idade podem alterá-lo, o que ajuda a explicar porque muitos adolescentes ficam despertos até tarde e têm sono de manhã.
Motivação intrínseca e extrínseca
A motivação não é uma força única. Podemos agir porque uma actividade é satisfatória por si mesma, porque conduz a uma recompensa ou porque várias razões actuam em conjunto.
Aprendizagem por observação
Podemos aprender comportamentos ao observar o que outras pessoas fazem e o que lhes acontece.
Esquemas mentais
Os esquemas são padrões mentais que ajudam a organizar o que sabemos e a prever o que costuma acontecer.
Profecia autorrealizável
Uma expectativa pode mudar a forma como as pessoas agem e, por vezes, ajudar a produzir o resultado esperado.
Os cinco grandes traços de personalidade
Os cinco grandes descrevem a personalidade através de cinco dimensões amplas, em vez de colocarem as pessoas em tipos fixos.
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