Apanhar as armadilhas do pensamento — Psicólogo/a escolar · Pretender
Antes de um dia de desporto fictício, os alunos escreveram pensamentos preocupados em cartões. Numa sessão de grupo, ajudas a ver quais são úteis e quais são 'armadilhas do pensamento'. Classifica cada pensamento: útil ou armadilha?
💗 Isto é um jogo passado numa escola fictícia. Não é terapia e nunca é um diagnóstico. Se tu ou um amigo alguma vez se sentirem em perigo ou muito tristes, falem hoje com um adulto de confiança — os pais, um professor ou o psicólogo da escola.
Organizar em grupos · ~3 min
O teu papel
És a psicóloga escolar (neste jogo).
O teu objetivo
Classifica cada pensamento: útil ou armadilha?
O que sabes
- Armadilhas comuns: tudo-ou-nada (“sempre”, “nunca”), ler mentes (“eles acham que eu…”) e adivinhar o futuro (“vai ser um desastre”).
Limites
- Preocupar-se é normal — o objetivo não é deixar de sentir, mas pensar de forma mais justa.
O sucesso é
- Tudo-ou-nada — Reparaste no “sempre” e no “nunca”.
- Adivinhar mentes e futuros — Apanhaste palpites disfarçados de factos.
- Pensamentos úteis — Reconheceste pensamentos equilibrados e gentis.
Competências que usaste
- Empatia — Perceber como os outros se sentem.
- Explicar com clareza — Tornar as ideias fáceis de perceber.
Na vida real
Os psicólogos ensinam muitas vezes os jovens a reparar em pensamentos pouco úteis e a questioná-los — uma competência das abordagens cognitivo-comportamentais. É uma ferramenta de aprendizagem, não um diagnóstico.
Psicólogo/a escolar
Ajuda uma comunidade escolar a aprender e a sentir-se bem.
Explora a seguir
- Advogado/a e mediador/a — Ajuda as pessoas a resolver desacordos com justiça.
- Professor/a — Ajuda os outros a perceber — e confirma que perceberam.
- Médico/a e Enfermeiro/a — Cuida da saúde das pessoas, em equipa.
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