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Ética, 4–6 anos — 20 tópicos · MyLeoNes™ Kuks

20 tópicos de ética escritos para 4–6 anos — não é um texto de mais velhos simplificado. Por ordem de ensino, cada um um baralho de cinco cartões: a ideia, porque existe, um exemplo resolvido, a armadilha comum e onde aparece.

Ética · 4–6 anos

  1. Perceber como os outros se sentem

    As outras pessoas têm sentimentos e necessidades, tal como nós. Percebê-los ajuda-nos a escolher ações que não magoem sem necessidade.

  2. Vezes justas

    Ser justo significa fazer um plano razoável quando várias pessoas querem a mesma coisa. Revezar permite que cada pessoa tenha uma verdadeira oportunidade de brincar, falar ou usar algo.

  3. Dizer a verdade

    Ser honesto significa dizer o que aconteceu realmente, mesmo quando um erro nos deixa desconfortáveis. A verdade ajuda as pessoas a perceber a situação e a decidir como corrigi-la.

  4. Perguntar antes de tocar

    Cada pessoa pode decidir sobre o seu corpo e os seus objetos. Perguntar primeiro e aceitar um não demonstra respeito e ajuda as pessoas a sentirem-se seguras.

  5. Cumprir promessas

    Uma promessa é um acordo claro sobre algo que vais fazer. As crianças aprendem que a confiança cresce quando as palavras e as ações combinam.

  6. Reparar o que fizemos

    Quando uma ação nossa magoa alguém ou estraga alguma coisa, pedir desculpa é apenas o começo. Podemos reparar no resultado, assumir a responsabilidade e ajudar a melhorar a situação.

  7. Cuidar do que é de todos

    As coisas partilhadas pertencem a todas as pessoas que as usam, mesmo quando não têm um único dono. Cuidar delas faz com que continuem prontas e úteis para a pessoa seguinte.

  8. Incluir os outros nas brincadeiras

    Incluir alguém significa criar um lugar verdadeiro para essa pessoa numa atividade partilhada, respeitando que pode escolher não participar. É diferente de obrigar uma criança a brincar.

  9. Parar quando alguém diz não

    Cada pessoa pode escolher o que acontece com o seu corpo e com as suas coisas. Quando alguém diz não ou para, ouvimos e damos espaço.

  10. Regras que protegem as pessoas

    Algumas regras não são apenas ordens. Evitam que as pessoas se magoem, se percam ou fiquem assustadas, por isso seguimos estas regras mesmo quando preferíamos fazer outra coisa.

  11. Respeitar as diferenças

    As pessoas podem ter um aspeto, falar, mover-se, aprender ou celebrar de maneiras diferentes. A diferença não é motivo para troçar de alguém ou tratá-lo como menos importante.

  12. Cuidar dos animais com segurança

    Os animais podem sentir dor, medo e conforto, mas não explicam o que querem com palavras. Tratamo-los com cuidado, damos-lhes o que precisam e perguntamos a um adulto antes de nos aproximarmos.

  13. Ajudar sem fazer tudo

    Perceber quando alguém precisa de ajuda, oferecê-la e deixar espaço para a pessoa fazer o que consegue.

  14. Guardar o que é privado

    Aprender que certas palavras, imagens e informações sobre o corpo pertencem a uma pessoa e não devem ser divulgadas.

  15. Escolher palavras que não magoam

    Dizer o que precisas sem insultar, ameaçar ou fazer outra pessoa sentir-se inferior.

  16. Devolver o que pedes emprestado

    Perceber que pedir algo emprestado dá um uso temporário, não a propriedade, e que devolver permite ao dono voltar a usá-lo.

  17. Saber ganhar e perder

    Os jogos podem ser divertidos mesmo quando o resultado não é o que esperávamos. Saber ganhar e perder significa gostar do jogo, respeitar os jogadores e lidar com a vitória e a derrota.

  18. Cuidar da natureza

    As plantas, a terra, a água e os pequenos seres vivos fazem parte do mundo que partilhamos. Cuidar da natureza significa desfrutá-la sem danificar desnecessariamente os seres vivos e os lugares à nossa volta.

  19. Dizer quando algo está errado

    Por vezes, uma criança vê um perigo, um tratamento injusto ou alguém a ser magoado. Dizer o que se passa significa falar com clareza e pedir ajuda, em vez de ficar calada porque o problema parece difícil.

  20. Ouvir antes de decidir

    Um olhar rápido pode fazer uma história parecer óbvia, mas podemos não saber o que aconteceu. Ouvir cada pessoa antes de decidir ajuda-nos a não culpar alguém por um acidente ou por um mal-entendido.

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