Usar dados para pensar no acaso — Dados, 7–10 anos
Resultados repetidos podem dar uma estimativa da probabilidade de um acontecimento. Dados, 7–10 anos.
Os resultados podem sugerir o acaso
Quando repetimos o mesmo teste justo, os resultados costumam formar um padrão. Se uma roleta colorida calha no azul cerca de metade das vezes, o azul parece bastante provável. Os dados dos testes podem estimar o acaso, mas poucos testes ainda podem parecer desequilibrados.
Por que repetir um teste?
Um único lançamento de um dado não nos diz muito sobre os resultados habituais. Pode sair um seis logo à primeira, apesar de cada face ter a mesma probabilidade num dado justo. Repetir o lançamento dá-nos mais evidências, por isso a sorte de poucos lançamentos engana-nos menos.
Estimar a probabilidade de uma roleta
Uma roleta é usada 20 vezes e calha no verde 13 vezes. A fração experimental é 13 em 20, ou seja, 65%. Podemos dizer que o verde apareceu cerca de 65% das vezes neste teste. É uma estimativa, não uma promessa de que a próxima jogada será verde.
O acaso não guarda uma contagem
Depois de quatro resultados vermelhos, alguém pode pensar que o azul está prestes a sair. Parece razoável porque esperamos equilíbrio, mas os testes aleatórios não se lembram dos resultados anteriores. Se a roleta for justa, a probabilidade de azul na próxima jogada mantém-se igual.
O acaso nas decisões do dia a dia
As previsões meteorológicas usam muitas observações para estimar a probabilidade de chuva. Uma previsão de 70% não significa que vai chover durante 70% do dia; descreve a frequência com que condições semelhantes trouxeram chuva. Os dados ajudam a planear, mas continua a existir incerteza.
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