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O ciclo do carbono: matéria entre a vida e a Terra — Biologia, 14–17 anos

Os átomos de carbono circulam entre o ar, os seres vivos, os solos, os oceanos e as rochas. A fotossíntese, a respiração, a decomposição e a combustão alteram o local onde o carbono fica armazenado.

Ideia

O ciclo do carbono acompanha os átomos de carbono enquanto passam pelo ar, pela água, pelas rochas, pelo solo e pelos seres vivos. As plantas retiram dióxido de carbono do ar e transformam-no em moléculas orgânicas. Os animais obtêm parte desse carbono ao alimentar-se, enquanto a respiração, a decomposição e a combustão devolvem dióxido de carbono ou outros compostos ao ambiente.

Porque é importante

A vida precisa de carbono para construir moléculas como açúcares, gorduras, proteínas e ADN, mas a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera também afeta a temperatura da Terra. O ciclo mostra que o carbono não é destruído quando a madeira ou o combustível ardem; muda de forma e de lugar. As atividades humanas podem transferir carbono armazenado para o ar mais depressa do que os processos naturais o removem.

Exemplo resolvido

Uma árvore absorve uma molécula de dióxido de carbono durante a fotossíntese. O seu carbono passa a fazer parte de uma folha; depois, uma lagarta come a folha e utiliza esse carbono no corpo. Quando respira, parte do carbono sai como dióxido de carbono; quando morre, os decompositores devolvem mais compostos de carbono ao solo e ao ar.

Erro comum

É um erro compreensível pensar que as plantas retiram permanentemente o dióxido de carbono da atmosfera. As plantas retiram-no durante a fotossíntese, mas também respiram, e o carbono armazenado regressa através da alimentação, da decomposição ou da combustão. Uma floresta pode guardar muito carbono sem o manter isolado para sempre.

Fora da escola

Os cientistas do clima medem o carbono que circula entre florestas, oceanos, solos e atmosfera para compreender as alterações climáticas. Os agricultores usam este ciclo ao gerir o carbono do solo, os restos das culturas e os fertilizantes. Os governos também usam orçamentos de carbono para comparar emissões com a quantidade que florestas, solos ou tecnologia conseguem retirar do ar.

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