Ser parecido e ser diferente — Sociologia, 4–6 anos
As pessoas do mesmo grupo podem ter algumas coisas em comum e ser diferentes noutras. Aprender isto ajuda a notar a identidade, a pertença e a curiosidade respeitosa, sem pôr as pessoas em caixas fixas.
O mesmo grupo, pessoas diferentes
Uma família, turma ou equipa é formada por pessoas que não são iguais. Podem partilhar um lugar ou atividade e ter nomes, línguas, comidas, corpos, interesses e maneiras de mostrar sentimentos diferentes.
Porque reparamos nas diferenças?
As pessoas vivem juntas mais facilmente quando sabem que uma maneira não é a única. Reparar nas diferenças pode ajudar a incluir os outros, fazer perguntas com respeito e não esperar que todos queiram ou façam o mesmo.
Três maneiras de cumprimentar
Numa turma, a Ana acena, o Sam diz “olá” e o Jo prefere acenar com a cabeça porque não gosta de tocar. Todos estão a cumprimentar alguém. A turma pode aceitar as diferentes formas e deixar cada pessoa escolher uma maneira confortável.
Diferente não quer dizer estranho
Uma diferença pode chamar a nossa atenção por ser nova para nós, por isso dizer “estranho” pode parecer uma resposta rápida. Mas o que não conhecemos não está errado; podemos reparar, perguntar com cuidado e deixar a pessoa explicar-se.
Dar espaço a todos
Esta ideia ajuda a escolher um jogo, uma história ou um lugar à mesa. Podemos verificar do que precisam pessoas diferentes, mudar um plano quando for possível e lembrar que pertencer não exige que todos sejam iguais.
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