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Circuitos em série e em paralelo — Engenharia, 14–17 anos

A disposição dos componentes muda os caminhos disponíveis para a corrente num circuito, afectando o brilho, a fiabilidade e o controlo.

Um caminho ou vários

Num circuito em série, os componentes partilham um único caminho contínuo, por isso uma interrupção pára todo o circuito. Num circuito em paralelo, os ramos dão à corrente mais do que um caminho, permitindo que um pare enquanto os outros continuam a funcionar.

O problema de uma única avaria

Nas primeiras cadeias de lâmpadas, todas podiam apagar-se quando uma lâmpada avariava. Os engenheiros precisaram de circuitos adequados à tarefa: um caminho em série simplifica uma cadeia, mas os ramos em paralelo mantêm aparelhos separados a funcionar e facilitam a localização de avarias.

Duas lâmpadas em duas disposições

Liga duas lâmpadas iguais a uma pilha em série: há um só circuito fechado e ambas apagam-se se uma for retirada. Liga-as em paralelo: há dois ramos, por isso retirar uma deixa a outra acesa. A disposição muda o comportamento, não a lâmpada.

O paralelo não significa mais brilho por magia

É tentador pensar que acrescentar um ramo em paralelo torna sempre todas as lâmpadas mais brilhantes. A pilha e os fios também contam: ramos adicionais podem exigir mais corrente, e uma fonte fraca pode baixar de tensão ou descarregar mais depressa.

Por que as casas usam circuitos em paralelo

As luzes e tomadas domésticas estão geralmente ligadas em paralelo, por isso desligar uma lâmpada não desliga todas as outras. Cada aparelho pode receber a alimentação de forma independente, enquanto os dispositivos de protecção podem desligar um ramo avariado.

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