Controlo de versões — Informática, 11–13
Como um projecto guarda o historial de alterações para as compreenderes ou desfazeres. Informática, 11–13 anos.
Ideia
O controlo de versões regista alterações importantes num projecto ao longo do tempo. Em vez de guardares ficheiros chamados «final», «final2» e «mesmo-final», guardas pontos de controlo identificados e podes ver o que mudou. Várias pessoas podem trabalhar em cópias e juntar depois o seu trabalho de forma organizada.
Porquê
Os projectos mudam, e uma alteração nova pode estragar sem querer algo que funcionava ontem. Sem historial, descobrir a causa significa comparar palpites ou perder trabalho posterior. O controlo de versões foi criado para permitir às equipas registar decisões, comparar fases e voltar em segurança a um estado anterior que funcionava.
Exemplo resolvido
Estás a criar um questionário e guardas a versão 1, com cinco perguntas. Acrescentas um ecrã de pontuação e guardas a versão 2. Depois, uma alteração faz parecer correctas todas as respostas; comparas as versões 1 e 2 e encontras a linha que mudou. Corriges essa linha, guardas a versão 3 e manténs o ecrã de pontuação sem deitares fora o projecto todo.
Armadilha comum
É compreensível guardar cada pequena acção como uma versão oficial separada. Isso cria um historial barulhento, onde é difícil encontrar etapas úteis. Um ponto de controlo deve descrever uma alteração significativa que funciona, como «adicionar temporizador» ou «corrigir cálculo da pontuação»; experiências inacabadas podem ficar separadas.
Onde aparece
O controlo de versões é usado em código de jogos, sites, aplicações, projectos de robôs e até documentos com muitos colaboradores. Uma equipa pode rever uma alteração proposta antes de a juntar, enquanto uma pessoa pode experimentar sem recear danos permanentes. Projectos de código públicos usam o historial para explicar como o seu software cresceu.
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