Compilação — Informática, 11–13
As pessoas escrevem programas em linguagens feitas para humanos, mas os processadores precisam de instruções muito precisas. Um compilador traduz o primeiro texto para uma forma que o computador pode executar ou preparar para executar.
Do código ao programa executável
Quando escreves código, estás a dar instruções numa linguagem feita para ser lida por pessoas. A compilação transforma esse texto em instruções de nível mais baixo, verifica algumas regras e produz algo que o computador pode usar.
Porque se traduz o código
Os processadores são rápidos, mas não perdoam ambiguidades: um pequeno erro pode impedir uma instrução de funcionar. As linguagens legíveis por pessoas permitem nomear ideias e organizar soluções; a compilação cria a forma exacta de que um sistema precisa.
Uma pequena tradução
Imagina que escreves `score = 2 + 3`. O compilador verifica se os nomes e símbolos são permitidos, calcula que a soma dá 5 e cria instruções para guardar o resultado; se usares um símbolo desconhecido, indica um erro.
A compilação não revê tudo
É razoável esperar que um programa que compila esteja correcto, porque o compilador já rejeitou alguns erros. Mas ele verifica sobretudo as regras da linguagem; não sabe que querias escrever 5 em vez de 50.
Porque alguns erros aparecem antes de executar
Quando se constrói uma aplicação ou um jogo, a compilação pode encontrar pontuação em falta, nomes desconhecidos e outras violações antes de alguém o abrir. Poupa tempo, mas o programa acabado ainda precisa de testes ao seu comportamento.
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