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O alfabeto grego antigo — Línguas clássicas, 7–10 anos

O alfabeto grego dá novas formas e sons a ideias conhecidas, e várias das suas letras ainda são usadas na ciência e na matemática.

Outro conjunto de formas de letras

O grego antigo usava letras diferentes das do alfabeto latino usado em português e em muitas outras línguas. Alfa, beta, gama e delta são as quatro primeiras. Algumas parecem familiares, mas outras, como teta ou xi, exigem um novo olhar.

Porque é que o grego precisava do seu próprio alfabeto?

As pessoas que falavam grego precisavam de uma forma prática de registar as suas palavras e sons. O alfabeto foi adaptado de um sistema de escrita mais antigo e ajustado à fala grega. Um sistema de escrita é uma ferramenta: muda quando é preciso escrever outra língua.

Ler uma palavra grega curta

Vejamos λόγος, muitas vezes escrito logos no nosso alfabeto. Primeiro, λ é l, ό é o, γ é g, ο é o e ς é s no fim de uma palavra. Juntando os sons, temos logos. Pode significar «palavra» ou «razão», conforme a frase.

Uma forma familiar pode enganar

Algumas letras gregas parecem letras latinas, mas não têm necessariamente o som que esperas. Por exemplo, a beta grega escreve-se β e, em grego antigo, costuma ler-se como b, enquanto eta, η, não é um n latino. Parecer familiar não significa ser a mesma letra.

Letras que ainda trabalham hoje

Podes encontrar letras gregas num mapa meteorológico, num livro de ciência ou numa ficha de matemática. Delta pode indicar uma mudança, enquanto pi dá nome a um número especial da geometria. Estas utilizações modernas são novos trabalhos para formas muito antigas, não significam que todas as palavras gregas estejam a ser lidas.

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