Espaços acessíveis — Cidadania, 4–6
Todas as pessoas devem poder participar, mesmo quando se movem, veem, ouvem ou comunicam de maneiras diferentes.
O que significa acessibilidade
Um lugar acessível é pensado para que mais pessoas o possam usar e nele participar. Uma rampa ao lado de escadas pode ajudar quem usa uma cadeira de rodas, um caminho livre pode ajudar quem usa um andarilho e imagens podem ajudar a compreender instruções. A acessibilidade retira barreiras, em vez de deixar cada pessoa resolvê-las sozinha.
Porque importam as barreiras
Sem elevador, rampa ou indicação clara, alguém pode não conseguir entrar, aprender ou brincar com os outros. O problema não é a pessoa estar errada; é o lugar estar a deixar alguém de fora. As comunidades mudam edifícios, caminhos e informações para que mais pessoas possam participar.
Encontrar uma entrada para a biblioteca
A Mina usa uma cadeira de rodas e quer entrar na biblioteca. Primeiro, procura o sinal que indica a entrada sem degraus. Depois, segue o caminho largo até à porta automática. Por fim, verifica se consegue chegar aos livros e ao balcão. O edifício funciona para ela porque o percurso não tem degraus nem espaços estreitos.
O erro que parece justo
Um pensamento comum é: «Toda a gente tem a mesma entrada, por isso é tratada de forma igual.» Parece justo porque a regra é a mesma, mas as escadas podem bloquear uma pessoa e não outra. Um acesso justo precisa, por vezes, de apoios diferentes, como uma rampa ou instruções em letras grandes, para que todos cheguem à mesma atividade.
Onde existe acessibilidade
Podes encontrar acessibilidade em autocarros, passadeiras, escolas, lojas e parques. Repara nos elevadores, passeios rebaixados, sinais sonoros, legendas ou espaços tranquilos. Estas coisas são importantes para algumas pessoas, mas também podem ajudar outras, como quem empurra um carrinho de bebé ou leva um saco pesado.
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