Química verde — Química, 14–17
Conceber a química para evitar resíduos e danos desde o início. Química, 14–17 anos.
Evitar resíduos desde a conceção
A química verde consiste em conceber substâncias e processos que funcionem bem usando menos materiais perigosos, energia e recursos. Não é simplesmente limpar a poluição depois; pergunta como pode a reação evitar criar o problema desde o princípio.
O problema de uma química útil mas dispendiosa
Uma reação pode produzir o medicamento ou material desejado e ainda deixar resíduos tóxicos, usar um solvente escasso ou exigir muito calor. A química verde surgiu da necessidade de avaliar o processo inteiro, não apenas o rendimento final, e de evitar danos em vez de os transferir para outro lugar.
Comparar a economia atómica
Para formar água, H₂ + ½O₂ → H₂O: a massa dos reagentes é 18 g por mole de água e os 18 g entram no produto, logo a economia atómica é 100%. Se uma síntese precisa de 100 g de reagentes mas dá 60 g de produto útil, a economia atómica é 60%, antes de contar outros resíduos.
Natural não significa inofensivo
É compreensível associar “verde” a natural, porque a natureza parece mais segura do que um rótulo de laboratório. Mas as substâncias naturais podem ser venenosas e as sintéticas podem ser mais seguras; a química verde compara perigos, energia, resíduos e efeitos ao longo do ciclo de vida, em vez de julgar apenas a origem.
Melhores materiais e processos
Os fabricantes podem substituir um solvente tóxico por água, usar um catalisador para reduzir a energia necessária ou conceber um plástico eficaz e mais fácil de reciclar. Estas escolhas importam em tintas, medicamentos, baterias e produtos de limpeza, mas cada uma deve ser avaliada ao longo de todo o ciclo de vida.
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