Porque algumas reacções acontecem mais depressa — Química, 7–10 anos
A temperatura e a área de contacto podem mudar a rapidez de uma reacção química. Isto explica porque um comprimido esmagado faz espuma mais depressa e porque os alimentos cozinham de maneira diferente a temperaturas diferentes.
A rapidez de uma reacção
As reacções químicas não acontecem todas à mesma velocidade. O calor costuma fazer as partículas moverem-se e encontrarem-se mais vezes, enquanto pedaços mais pequenos oferecem mais superfície de contacto. As duas coisas podem acelerar a reacção.
Porque a rapidez é importante
As pessoas precisavam de controlar as reacções em vez de se limitarem a esperar. Quem cozinha quer aquecer os alimentos depressa e com segurança, enquanto quem fabrica medicamentos precisa de uma velocidade fiável. Comparar velocidades ajuda a escolher condições que funcionam.
Um comprimido efervescente
Coloca um comprimido em 200 mililitros de água fria e mede o tempo: demora 90 segundos. Esmaga um segundo comprimido até ficar em pó e repete. O pó pode acabar em 45 segundos porque muito mais comprimido toca na água, dando mais oportunidades para a reacção acontecer ao mesmo tempo.
Mais depressa não significa sempre mais
Um erro comum é pensar que uma reacção mais rápida produz mais produto. A rapidez diz-nos quão depressa acontece a mudança, não quanto material haverá no fim. Um comprimido esmagado pode acabar mais cedo e continuar a conter exactamente a mesma quantidade de medicamento.
Na cozinha e na conservação
Uma temperatura de forno mais alta pode acelerar algumas reacções da cozedura, mas os alimentos podem queimar se for demasiado alta. O frigorífico abranda muitas mudanças químicas e ajuda a conservar o sabor e a textura. Por isso, a temperatura aparece nas receitas e nos rótulos de conservação.
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