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Os sentidos enviam informação ao cérebro — Biologia, 7–10 anos

Os olhos, ouvidos, nariz, língua e pele detetam mudanças à nossa volta. O cérebro ajuda-nos a compreender esses sinais e a escolher uma resposta.

Detetar e responder

Os órgãos dos sentidos recolhem pistas: os olhos detetam luz, os ouvidos detetam sons e a pele deteta toque e temperatura. Os nervos levam mensagens ao cérebro, que ajuda a interpretá-las. Depois, o cérebro pode enviar instruções aos músculos, como mexer a mão.

Porque é que o corpo precisa dos sentidos

O mundo muda constantemente: algo pode estar quente, afiado, barulhento, escuro ou a mover-se depressa. Os sentidos dão ao corpo informação a tempo de encontrar alimento, comunicar e evitar perigos. Sem eles, uma pessoa poderia continuar a agir, mas perderia pistas importantes sobre o que está a acontecer.

Tocar numa caneca quente

1. Os teus dedos tocam numa caneca mais quente do que esperavas. 2. Recetores da pele detetam o calor. 3. Os nervos levam uma mensagem à medula espinal e ao cérebro. 4. O sistema nervoso envia instruções para afastares a mão. 5. Depois, podes ver vapor ou cheirar chá, recebendo mais informação.

O cérebro faz parte dos sentidos

É compreensível dizer que os olhos veem e os ouvidos ouvem, porque esses órgãos recolhem os primeiros sinais. Mas é preciso o cérebro para interpretar os sinais: os olhos detetam padrões de luz, enquanto o cérebro ajuda a reconhecer uma cara. Sentir é um trabalho de equipa, não uma tarefa de um só órgão.

Os sentidos ajudam-nos a estar seguros

Ao atravessar uma estrada, podes ver um sinal vermelho, ouvir o trânsito e sentir o chão debaixo dos pés. Usar vários sentidos em conjunto dá uma imagem mais completa antes de avançares. Isto não torna todas as situações seguras, por isso as regras e a atenção continuam a ser importantes.

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