Como as estrelas brilham e mudam — Astronomia, 14–17 anos
Uma estrela brilha porque o seu núcleo quente liberta energia através da fusão nuclear. A sua massa controla quanto tempo vive e as fases por que passa antes de deixar o seu remanescente final.
As estrelas são sóis em mudança
Uma estrela começa como uma enorme nuvem de gás reunida pela gravidade. A pressão e a temperatura aumentam no centro até os núcleos de hidrogénio se fundirem. A energia libertada faz a estrela brilhar e equilibra a gravidade.
O problema da luz das estrelas
As estrelas parecem pequenos pontos, por isso os primeiros observadores não sabiam se eram luzes minúsculas ou sóis distantes. Era também preciso explicar a sua energia, muito maior do que a de uma combustão comum. A fusão resolveu ambos os problemas.
Massa e duração de vida
Imagina duas estrelas formadas pelo mesmo tipo de gás. Uma estrela com 10 vezes a massa do Sol tem muito mais combustível, mas gasta-o muito mais depressa. Pode viver milhões de anos, enquanto o Sol vive cerca de 10 mil milhões.
A maior não é a mais velha
É natural pensar que uma estrela maior vive mais tempo porque contém mais combustível. A sua gravidade mais forte aumenta a temperatura do núcleo e acelera muito a fusão, pelo que as estrelas maciças gastam o combustível mais cedo.
Os átomos que existem em nós
O Universo primitivo era composto sobretudo por hidrogénio e hélio. As estrelas criaram muitos elementos mais pesados, e as explosões espalharam alguns pelo espaço. O carbono, oxigénio e ferro da Terra e dos nossos corpos têm esta origem cósmica.
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