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Porque os planetas ficam em órbita — Astronomia, 14–17 anos

Uma órbita é uma queda contínua moldada pelo movimento. A gravidade puxa o objecto para dentro, enquanto a velocidade lateral o faz avançar em vez de cair directamente sobre o corpo central.

Uma órbita é uma queda curva

Um planeta está sempre a ser puxado para a sua estrela pela gravidade. Ao mesmo tempo, move-se para o lado. O resultado é que falha continuamente a estrela e segue uma trajectória curva à sua volta.

O problema dos objectos que caem

Era preciso explicar porque é que a Lua não cai na Terra e porque é que os planetas não se afastam pelo espaço. Newton ligou a queda de uma maçã ao movimento da Lua: é a mesma gravidade nos dois casos.

Um cálculo orbital simples

A Terra percorre cerca de 940 milhões de quilómetros num ano. Dividindo por 365 dias, dá cerca de 2,58 milhões de quilómetros por dia. Dividindo por 24 horas, são aproximadamente 107 000 quilómetros por hora.

Não é um círculo perfeito

É tentador desenhar todas as órbitas como círculos, porque essa é uma boa primeira imagem. Na realidade, a maioria das órbitas planetárias é ligeiramente elíptica, e um planeta move-se mais depressa quando está mais perto da estrela.

Órbitas na vida real

Os satélites meteorológicos, os satélites de navegação e a Estação Espacial Internacional usam órbitas escolhidas com cuidado. Os engenheiros calculam a gravidade e a velocidade para obter a cobertura ou a posição desejada.

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