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Movimento e bem-estar — Bem-estar, 11–13 anos

Mexer o corpo pode mudar a forma como te sentes, pensas e dormes. A ideia não é tornares-te atleta, mas encontrares movimentos que combinem contigo e com a tua vida.

O que o movimento pode fazer

Quando te mexes, o coração, os músculos e a respiração trabalham em conjunto, e o cérebro recebe sinais úteis do corpo. Uma caminhada, uma dança, um passeio de bicicleta ou um jogo podem deixar-te mais desperto ou calmo. Corpos diferentes gostam de movimentos e quantidades diferentes.

Porque é que o movimento importa

Os seres humanos evoluíram para se mexerem muitas vezes enquanto procuravam, carregavam, trepavam e brincavam. A vida actual pode manter-nos sentados durante muito tempo, mesmo quando o corpo precisa de mudar de posição. O movimento ajuda a circulação, a força, a coordenação e o humor, mas não é um castigo por comer nem uma prova do nosso valor.

Um pequeno plano de movimento

A Mina tem trabalhos de casa das 16:00 às 17:00 e sente o corpo preso. Levanta-se às 16:20 durante três minutos, caminha dez minutos depois de acabar e pedala 15 minutos para visitar a tia. São 28 minutos de movimento, distribuídos ao longo do tempo em vez de uma sessão difícil.

A armadilha do tudo ou nada

Um pensamento comum é: «Se não consigo treinar durante uma hora, não vale a pena começar.» Parece razoável porque o desporto é muitas vezes mostrado como sessões longas e intensas. Na realidade, cinco minutos de alongamentos, escadas ou dança podem interromper o tempo sentado e ajudar-te a perceber o que o corpo precisa.

Movimento na vida quotidiana

O movimento aparece em escolhas quotidianas: caminhar parte do trajecto, transportar compras, fazer jardinagem, tocar música ou subir escadas. Estas actividades são úteis porque cabem na vida real, não porque dão pontos. Se aparecer dor, tonturas ou falta de ar fora do normal, pára e fala com um adulto de confiança.

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