Como a compressão torna os ficheiros mais pequenos — Tecnologia, 11–13 anos
Uma fotografia, música ou vídeo pode ter informação repetida ou menos importante. A compressão guarda-a de forma mais económica, tornando os ficheiros mais rápidos de guardar e enviar, embora alguns métodos percam detalhes.
A ideia
A compressão transforma informação numa forma mais curta. Pode substituir um padrão repetido por uma indicação da sua repetição, ou retirar detalhes que provavelmente não notamos. Ao abrir o ficheiro, a informação é reconstruída, exactamente ou de forma aproximada, conforme o método.
Porque foi necessário
Os ficheiros multimédia sem compressão podem ser surpreendentemente grandes: um vídeo nítido contém muitas imagens por segundo. Guardar e enviar todos esses dados exigiria mais espaço e tempo. A compressão resolve o problema reduzindo os dados e mantendo o resultado útil para as pessoas.
Um exemplo resolvido
Imagina uma fila de píxeis: azul, azul, azul, azul, azul e depois vermelho. Em vez de guardar seis nomes de cores, um método simples pode guardar 5 azuis, 1 vermelho. Assim, seis informações passam a dois grupos. Se a imagem tiver muitas sequências, a poupança torna-se grande.
O erro comum
É comum pensar que a compressão apaga informação ao acaso. Isso tornaria o resultado pouco fiável, por isso é uma preocupação razoável. Na realidade, a compressão sem perdas mantém tudo e guarda-o melhor; a compressão com perdas remove detalhes escolhidos, menos perceptíveis.
Onde é utilizada
As fotografias JPEG, a música MP3 e muitos formatos de vídeo usam compressão. Os serviços de transmissão comprimem os ficheiros para que um filme chegue pela ligação sem gastar enormes quantidades de dados. A escolha importa: uma fotografia de família pode exigir mais detalhe, enquanto uma pré-visualização aceita mais perdas.
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