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Testes justos — Ciências, 11–13 anos

Um teste justo muda uma coisa importante e mantém as outras estáveis, para que as provas respondam a uma pergunta clara.

Uma mudança de cada vez

Imagina que queres saber se mais luz ajuda uma planta a crescer. Muda a luz, mas mantém iguais o tipo de planta, a água, o solo e o tempo. Assim, uma diferença clara estará mais provavelmente ligada à luz, e não a várias mudanças misturadas.

Porque controlar as variáveis?

O problema é que o mundo muda por muitas razões ao mesmo tempo. Se deres a uma planta mais água e mais luz, uma planta mais alta não dirá qual das mudanças foi importante. Manter as condições estáveis torna a comparação justa e permite que outras pessoas repitam o teste.

Testar sal e gelo

Pergunta: o sal faz o gelo derreter mais depressa? Coloca um cubo de gelo em cada um de dois pratos. Junta uma colher de chá de sal a um cubo e nada ao outro, e inicia um cronómetro. Ao fim de 20 minutos, mede a água derretida: 18 ml com sal e 7 ml sem sal. O teste apoia a ideia, embora repeti-lo tornasse as provas mais fortes.

Um resultado não é uma prova absoluta

Um erro comum é fazer o teste uma vez e anunciar uma regra. Parece razoável, porque uma diferença clara convence, mas o acaso, uma medição imprecisa ou uma diferença escondida podem tê-la causado. Os cientistas repetem os testes, registam todos os resultados e dizem apenas o que as provas sustentam.

Fazer comparações na vida

As comparações justas ajudam a escolher uma lanterna, a testar qual é o melhor solo para uma erva ou a verificar se um produto de limpeza funciona. Também são importantes na medicina e na engenharia, onde mudar várias coisas ao mesmo tempo pode esconder perigos. As decisões melhoram quando perguntas o que mudou e o que ficou igual.

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