Como os grupos influenciam escolhas — Psicologia, 11–13 anos
As outras pessoas podem mudar o que dizemos, notamos e fazemos, mesmo quando ninguém dá uma ordem directa. Compreender a conformidade ajuda a separar o sentimento de pertença da concordância com todas as decisões do grupo.
A pertença pode orientar o comportamento
As pessoas usam as acções e opiniões de um grupo como informação sobre o que é normal, seguro ou aceitável. Por vezes imitamos os outros porque eles sabem alguma coisa; outras vezes fazemos isso para pertencer. Esta influência pode ajudar, mas não prova que o grupo tem razão.
Porque as pessoas acompanham o grupo
A influência do grupo resolve dois problemas do dia-a-dia: decidir com informação incompleta e manter ligações com outras pessoas. Pode ajudar um aluno novo a perceber como funciona um grupo, mas também pode calar uma resposta certa. Reparar na pressão dá-nos a oportunidade de pedir provas ou falar em privado.
A linha errada
Numa tarefa de grupo, quatro colegas dizem que a linha mais comprida é a B, mas a Ava vê que é a C. Primeiro, verifica se não lhe escapou algo; depois diz: «Percebo porque escolheram B, mas eu meço C como mais comprida.» O grupo mede outra vez e descobre que a primeira resposta era um palpite confiante, não um facto.
«Concordei, por isso fui fraco»
É fácil pensar que acompanhar os outros mostra sempre fraqueza. É um erro compreensível, porque a pressão é difícil de ver enquanto acontece e a pertença é realmente importante. A pergunta importante não é se alguma vez concordamos, mas se conseguimos parar, verificar e discordar com segurança quando é preciso.
Onde isto ajuda
Podemos notar a influência do grupo em planos com amigos, discussões na aula, equipas desportivas, roupa, tendências online e desafios. Experimenta perguntar: «Que provas temos?» ou «Escolheria isto sozinho?» Se algo puder causar dano, a pressão não é consentimento; afasta-te e conta a um adulto de confiança.
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