O que torna uma vida boa? — Filosofia, 4–6 anos
Uma vida boa não é simplesmente ter todos os objetos que queremos. Exploramos como o conforto, a brincadeira, a aprendizagem, a amizade e o descanso podem ser importantes, e como as pessoas podem responder de maneiras diferentes.
Mais do que ter coisas
Quando perguntamos o que torna a vida boa, não contamos apenas brinquedos ou guloseimas. Podemos falar de segurança, tempo para brincar, aprender, estar com pessoas em quem confiamos ou descansar quando estamos cansados. Não existe uma resposta igual para todas as pessoas, mas uma resposta deve explicar o que importa e porquê.
Por que razão perguntar por uma vida boa?
As pessoas sempre tiveram de escolher como passam o tempo e o que valorizam. Um objeto novo e brilhante pode entusiasmar, mas essa alegria pode desaparecer, enquanto dormir, brincar ou ter um amigo de confiança pode continuar a ajudar-nos. Fazer esta pergunta impede que «bom» queira dizer apenas «mais coisas».
Escolher um sábado
O Leo tem três horas livres e deve escolher: três horas de ecrã, ou uma hora de ecrã, uma hora ao ar livre e uma hora com o avô. Passo 1: diz o que cada escolha lhe oferece. Passo 2: repara que a segunda inclui diversão, movimento e companhia. Passo 3: escolhe-a, não por ser perfeita, mas por combinar com aquilo que valoriza hoje.
O mais caro é o melhor
É compreensível pensar que o brinquedo mais caro ou a maior guloseima tornam a vida melhor, porque é fácil comparar preços e tamanhos. Mas uma vida boa não é uma tabela de objetos. Pergunta o que essa coisa te oferece, quanto tempo dura esse benefício e a que mais terias de renunciar por ela.
Planear um dia
Esta ideia aparece quando decides que um dia precisa de comida, sono, movimento, brincadeira e tempo calmo, e não apenas de guloseimas. Pode orientar uma escolha entre duas atividades, perguntando qual delas deixa espaço para aquilo que é importante para ti. Não precisas da mesma resposta todos os dias.
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