Dinâmica musical — Música, 7–10 anos
A dinâmica são as mudanças na intensidade com que a música é tocada. Ajuda a música a soar próxima, distante, calma, urgente ou surpreendente, sem mudar as próprias notas.
O que é a dinâmica?
A dinâmica descreve quão suave ou forte soa a música. Uma peça pode começar suavemente, ficar mais forte e depois voltar de repente a ser suave. As notas podem manter-se iguais; mudar a intensidade altera o sentimento e a forma da música.
Porque é importante a dinâmica?
Se todas as notas tivessem a mesma intensidade, seria difícil dar forma à música e os momentos importantes poderiam perder-se. A dinâmica resolve isso, mostrando quais sons devem parecer suaves, fortes ou surpreendentes. Os músicos usavam estes contrastes ao vivo muito antes de a tecnologia poder alterar o volume de uma gravação.
Fazer um som crescer
Diz a palavra “chuva” quatro vezes, em quatro pulsações regulares. Diz-la suavemente na pulsação 1, um pouco mais forte na 2, mais forte na 3 e bem forte na 4. A palavra e o ritmo mantiveram-se, mas a dinâmica cresceu. Agora inverte os passos para fazer o som desaparecer.
Forte não é rápido
Um erro comum é tocar mais depressa quando uma peça pede música mais forte. Parece natural, porque a animação pode fazer subir ao mesmo tempo a velocidade e a intensidade. Mas são escolhas diferentes: mantém a pulsação e aumenta apenas a força da voz ou do instrumento.
Onde aparece?
Numa banda sonora, a música pode ficar suave antes de uma personagem abrir uma porta e depois tornar-se forte com a surpresa. Numa canção de embalar, uma voz suave pode criar calma. Num concerto, os músicos usam a dinâmica para destacar uma nova parte ou uma palavra importante.
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