Uma alcunha pode ser um nome mais curto — Língua, 4–6
Às vezes, as pessoas usam um nome mais curto ou especial para alguém que conhecem. Uma alcunha pode ser carinhosa, mas a própria pessoa decide se gosta que a usem.
Um nome pode ter uma forma curta e familiar
Uma alcunha é outro nome que as pessoas usam para alguém, muitas vezes por ser mais curto, divertido ou especial para um grupo. O Alexandre pode ser tratado por Alex e a Gabriela por Gabi. Continua a referir-se à mesma pessoa, mas só deves usar esse nome se ela gostar.
Porque se usam alcunhas?
Os nomes compridos podem demorar mais a dizer, e um grupo pode querer uma forma carinhosa de mostrar proximidade. Os nomes curtos e as alcunhas nasceram de hábitos familiares, amizades e tradições locais. O problema prático não é mudar quem alguém é; é tornar o nome fácil ou especial de usar em conjunto.
Faz a ligação
Primeiro, ouve o nome completo: «Samira». Depois, ouve a forma curta: «Sami». Pergunta: «Sami está bem?» Se a Samira disser que sim, podes dizer: «Sami, vem ver». Se disser que não, continua a dizer «Samira». A escolha pertence à pessoa, não a quem adivinha.
Mais curto não quer dizer melhor
Podes querer encurtar todos os nomes porque algumas formas curtas parecem carinhosas. É um erro compreensível: estás a tentar tornar a fala mais fácil. Mas alguém pode gostar do nome completo, ter outra alcunha ou não querer nenhuma. Pergunta primeiro, em vez de decidires por essa pessoa.
Nomes em casa e com amigos
As alcunhas aparecem nas famílias, no recreio, nas equipas desportivas e nos jogos online. Podem ajudar um grupo a sentir-se unido ou a perceber quem está a ser chamado. Num grupo novo, usa o nome que te foi dito até saberes a preferência da pessoa.
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