Como o comércio ligou comunidades — História, 7–10 anos
As pessoas de lugares diferentes tinham materiais, competências e alimentos diferentes. O comércio permitia trocar o que cada grupo possuía, levando também objetos, ideias e costumes ao longo das rotas.
Trocas através da distância
O comércio acontece quando as pessoas trocam bens ou serviços, muitas vezes porque cada lado tem algo que o outro deseja. Uma aldeia costeira podia oferecer sal, enquanto uma comunidade do interior oferecia cereais ou cerâmica. A troca podia também levar novos desenhos, palavras e maneiras de fazer as coisas entre lugares.
Porque faziam as pessoas comércio?
Nenhuma comunidade tinha todos os recursos úteis por perto. O comércio podia fornecer sal para conservar alimentos, pedra para ferramentas ou materiais raros na região. Também ajudava a criar relações, mas as viagens podiam ser perigosas e uma troca nem sempre era igual ou pacífica.
O sal viaja para o interior
Um grupo costeiro recolhe 10 cestos de sal e precisa de cereais. Um grupo do interior tem cereais, mas pouco sal, por isso os comerciantes trocam 4 cestos de sal por 2 sacos de cereais. Os bens viajam depois para casa e ambos os grupos obtêm algo difícil de conseguir na sua região.
O comércio não era sempre feito com dinheiro
É compreensível imaginar que todas as trocas usavam moedas, porque isso é comum em muitas lojas atuais. Antes, os comerciantes trocavam muitas vezes bens diretamente, combinavam um serviço futuro ou usavam objetos como conchas ou metal pesado e medido. Comércio significa troca; não exige dinheiro moderno.
O comércio na vida diária
Os alimentos de um supermercado podem vir de muitos lugares: laranjas de uma região, arroz de outra e café de um país distante. Navios, camiões e regras tornam este comércio moderno muito diferente de uma caravana antiga. A ligação básica mantém-se: as pessoas trocam aquilo que lugares diferentes conseguem produzir.
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