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Como os mapas históricos mostram lugares que mudaram — História, 7–10

Os mapas não são apenas imagens de onde ficam os lugares. Também podem mostrar como eram as estradas, as fronteiras, os rios e as povoações num certo momento do passado.

Um mapa é uma fotografia de um lugar

Um mapa regista o que alguém sabia sobre um lugar num determinado momento. Se comparares um mapa antigo com um atual, podes encontrar caminhos desaparecidos, pontes novas, fronteiras mudadas ou uma povoação que cresceu. O mapa fala do lugar, mas também do objetivo e dos conhecimentos de quem o desenhou.

Porque se comparam mapas?

As pessoas fizeram mapas para viajar, reclamar territórios, planear edifícios ou conhecer uma região. Por isso, um mapa pode deixar de fora coisas que não interessavam a quem o fez. Compará-lo com outro ajuda-te a perguntar o que mudou, o que ficou escondido e para quem o mapa devia ser útil.

Ler dois mapas

Imagina um mapa antigo com uma pequena aldeia junto a um rio, uma ponte e um moinho. Um mapa atual mostra o mesmo rio, três pontes, uma linha de comboio e muitas casas. Podes concluir que aumentaram os transportes e as construções; para saberes exatamente porquê, precisas de outras provas, como cartas ou projetos.

Um mapa não é o lugar inteiro

É fácil pensar que tudo o que não aparece num mapa não existia. Isso parece lógico porque os mapas atuais dão a impressão de serem completos, mas os mapas antigos tinham muitas vezes um objetivo específico e pouca informação. Uma aldeia pode faltar apenas porque o mapa foi feito para marinheiros, soldados ou proprietários.

Mapas no mundo real

Os urbanistas comparam mapas antigos com mapas atuais antes de reparar estradas ou proteger um edifício antigo. Os investigadores também os usam para encontrar rios, campos e bairros que ficaram escondidos sob as ruas modernas. Quando vires um mapa, verifica a data, os símbolos e o objetivo antes de confiares no que ele mostra.

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