Mudança da população — Geografia, 11–13
Percebe porque mudam, ao longo do tempo, o número e a estrutura das pessoas de um lugar, usando nascimentos, mortes e deslocações.
As pessoas mudam uma população
Uma população não é apenas um número no mapa: tem idades, necessidades diferentes e uma história de mudanças. O seu tamanho muda através de nascimentos, mortes, chegadas e partidas. O equilíbrio entre estes processos influencia aquilo de que um lugar precisa agora e no futuro.
Porque medir a mudança?
Contar as pessoas diz quantas vivem num lugar, mas não explica porque mudou o número nem o que pode acontecer a seguir. Os geógrafos comparam a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade e a migração líquida para separar as causas. Assim, as comunidades podem planear escolas, hospitais, casas e transportes.
Calcular a mudança natural
Uma cidade tem 800 nascimentos e 500 mortes num ano. A mudança natural é 800 − 500 = 300 pessoas, por isso a população cresceu naturalmente em 300. Se chegarem também 120 pessoas e partirem 70, a migração líquida é 50 e a mudança total é 300 + 50 = 350.
O crescimento não vem sempre dos nascimentos
É compreensível explicar qualquer população crescente dizendo que nasceram mais bebés. O total pode aumentar porque muitas pessoas se mudaram para lá, mesmo havendo poucos nascimentos. Pelo contrário, um lugar pode ter muitos nascimentos e diminuir se as mortes e as partidas forem superiores.
Planear para pessoas reais
A mudança da população afeta decisões do dia a dia: uma cidade em crescimento pode precisar de salas e autocarros, enquanto uma zona envelhecida pode precisar de casas acessíveis e cuidados de saúde. As empresas usam estes padrões para decidir onde abrir serviços. Podes questionar um plano perguntando que mudanças prevê e quem pode ficar de fora.
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