As regras precisam de boas razões — Ética, 7–10 anos
As regras podem proteger as pessoas e tornar possível a vida em comum, mas uma regra não é automaticamente certa só por ser antiga ou imposta por alguém com poder. Perceber o seu objetivo ajuda-nos a seguir boas regras e a questionar regras prejudiciais com segurança.
Pergunta o que uma regra protege
Uma boa regra tem uma razão ligada à segurança, à liberdade ou à utilização justa de um espaço comum. Perguntar a razão não significa recusar todas as regras. Ajuda a perceber quando uma regra é útil e quando pode precisar de ser alterada.
Porque se fazem regras
Quando muitas pessoas partilham uma estrada, um jogo, uma sala de aula ou um sítio na internet, as ações podem chocar. As regras foram criadas para tornar claras as expectativas e reduzir o perigo ou as vantagens injustas. Mas também podem ser mal pensadas, por isso os seus efeitos merecem atenção, não obediência cega.
Uma regra sobre o chão molhado
Uma biblioteca diz: Não corras perto da entrada. Primeiro, pergunta porquê: a chuva pode tornar o chão escorregadio e alguém pode cair. A regra é sobre segurança, não sobre acabar com a diversão em todo o lado. Se o chão estiver seco, continua a ser sensato andar, enquanto a corrida fica para o exterior.
Porque eu disse
É tentador acreditar que uma regra está certa simplesmente porque foi dada por um adulto, árbitro ou criança mais velha. A autoridade pode saber coisas úteis, por isso esta crença é compreensível. Ainda assim, pergunta educadamente para que serve a regra e se prejudica alguém ou trata pessoas de forma injusta.
Em casa, na escola e na internet
Usa esta ideia quando aparece uma regra nova na sala, uma regra de um jogo parece confusa ou um serviço na internet pede que aceites uma condição. Segue as regras de segurança e pede ajuda a um adulto de confiança se uma regra parecer prejudicial. Perceber as razões permite questionar com responsabilidade.
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