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Um artigo duradouro pode compensar mais — Economia, 4–6 anos

O preço mais baixo nem sempre é a melhor escolha. Também pode importar quanto tempo um artigo funciona e quantas vezes tem de ser substituído.

O valor inclui quanto dura

Duas coisas podem ter preços diferentes, mas servir para a mesma tarefa. A mais barata pode estragar-se depressa, enquanto a mais cara pode durar muito mais. Pensar no preço, no uso e no tempo ajuda-nos a perceber o valor.

Porque comparar mais do que o preço?

As pessoas precisam de escolher entre artigos que não duram o mesmo tempo. Um preço baixo pode parecer vantajoso, mas comprar a mesma coisa muitas vezes pode gastar mais dinheiro e materiais. A comparação da duração nasceu deste problema do dia a dia.

Dois guarda-chuvas

Um guarda-chuva custa 3 €, mas dura uma semana de chuva. Outro custa 8 € e dura quatro semanas. O primeiro custa 3 € por semana; o segundo custa 2 € por semana. O mais caro custa mais no início, mas dá mais semanas de uso neste exemplo.

O mais barato nem sempre é melhor

Escolher o número mais pequeno na etiqueta do preço é natural, porque deixa mais dinheiro disponível naquele momento. A pergunta que falta é quanto tempo o artigo vai funcionar. Uma comparação justa inclui a tarefa que faz e quantas vezes poderá ter de ser substituído.

Escolher coisas para a vida real

As famílias usam esta ideia ao escolher sapatos, lancheiras, bicicletas ou brinquedos. Podem perguntar se um artigo pode ser reparado, lavado ou usado muitas vezes, e não apenas quanto custa hoje. A mesma verificação ajuda a escolher produtos para casa.

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