Agrupar números em intervalos — Dados, 7–10 anos
Quando há muitas medições, juntar números próximos pode tornar o padrão mais fácil de ver. Os grupos têm de ser escolhidos com cuidado, para que o desenho não esconda diferenças importantes.
Os números podem viver em grupos
Imagina registar a altura de todas as crianças de uma escola grande. Em vez de escrever cada altura separadamente, podes contar quantas têm 120–129 cm, 130–139 cm e assim por diante. Estes são intervalos: grupos de valores próximos que dão uma imagem rápida do conjunto.
Porque fazemos grupos?
Uma lista longa é difícil de analisar, sobretudo quando tem centenas de valores. Os grupos transformam uma lista cheia numa forma que podes comparar: talvez a maioria das crianças esteja no meio e apenas algumas nas pontas. A desvantagem é perderes os detalhes exatos dentro de cada grupo.
Agrupar distâncias de salto
Quatro saltos medem 121, 127, 134 e 146 cm. Usa intervalos de dez: 120–129 contém 121 e 127, por isso tem 2 saltos; 130–139 contém 134, por isso tem 1; 140–149 contém 146, por isso tem 1. Os grupos mostram que o primeiro intervalo é o mais preenchido.
A armadilha dos limites
Um erro comum é pôr 130 em 120–130 e em 130–140, ou em nenhum dos dois. Parece razoável, porque o extremo toca nos dois rótulos. Decide uma regra clara, como 120–129 e 130–139, e usa-a para todos os valores. Limites consistentes mantêm a contagem certa.
Onde os grupos ajudam
Os boletins meteorológicos agrupam temperaturas para vermos se uma semana foi sobretudo fresca ou quente. As lojas agrupam clientes por idades ou intervalos de gastos, e os clubes desportivos agrupam tempos ou distâncias quando participam muitas pessoas. Em cada caso, os grupos tornam muitos dados mais fáceis de descrever, mas não substituem as medições originais.
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