Software de código aberto — Informática, 7–10
O software de código aberto permite que as pessoas consultem o seu código-fonte e, de acordo com a licença, muitas vezes o melhorem, partilhem ou adaptem.
Software que as pessoas podem consultar
O código-fonte é o plano, escrito por pessoas, que está por trás de um programa. No software de código aberto, esse plano fica disponível para que outras pessoas possam ler como funciona, encontrar problemas e sugerir alterações. Uma licença define as regras: código aberto não significa «faz o que quiseres»; projetos diferentes permitem formas diferentes de partilha e reutilização.
Por que partilhar o código?
Uma só equipa não consegue detetar todos os problemas nem imaginar todas as melhorias úteis. Partilhar o código-fonte permite que pessoas em lugares diferentes testem o programa, o reparem e criem ferramentas em conjunto. Esta forma de trabalhar cresceu em comunidades que queriam partilhar conhecimento, enquanto as licenças continuam a proteger as regras do projeto e o trabalho dos seus colaboradores.
Acrescentar uma pequena função
Imagina que um programa de desenho de código aberto tem um botão que faz um círculo. Lês o código-fonte e acrescentas uma escolha de cor a esse botão. Testas com um círculo vermelho, partilhas a alteração com o projeto e explicas o que fizeste. As pessoas que mantêm o projeto podem verificar o teu trabalho, melhorá-lo e incluí-lo numa versão posterior.
Aberto não significa sem verificação
Podes pensar que, se muitas pessoas veem o código, todos os programas de código aberto são automaticamente seguros e perfeitos. As pessoas continuam a poder cometer erros, abandonar um projeto ou acrescentar alterações prejudiciais, e os utilizadores podem não verificar o que instalam. Lê a licença do projeto, usa fontes de confiança e mantém as atualizações em dia; a abertura ajuda, mas não é uma garantia.
Construir em conjunto
As ferramentas de código aberto são usadas para desenhar, escrever, navegar na web, fazer música, investigar e gerir servidores. Uma escola ou comunidade pode usar uma ferramenta, estudar como funciona e, por vezes, adaptá-la em vez de esperar que uma empresa acrescente todas as funções. Também encontras a mesma ideia em projetos partilhados, nos quais as pessoas contribuem com melhorias para outros usarem.
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