Símbolos públicos e cerimónias — Cidadania, 7–10 anos
Bandeiras, hinos, monumentos e cerimónias públicas podem mostrar uma história partilhada, mas não fazem com que todas as pessoas pensem ou sintam exactamente o mesmo.
Ideia
Um símbolo público é um objecto, imagem, som ou lugar que tem significado para muitas pessoas. Uma bandeira pode representar um país, um monumento pode recordar um acontecimento e uma cerimónia pode assinalar um momento comum. O símbolo não é o próprio povo nem a história; aponta para significados que as pessoas discutem.
Porque existem
O problema é que as pessoas de uma comunidade grande podem nunca se encontrar, mas precisam de formas de reconhecer uma história ou um lugar comuns. Os símbolos e as cerimónias nasceram dessa necessidade, em sociedades e épocas muito diferentes. Podem criar ligação, mas também excluir pessoas quando uma história é tratada como a única.
Ler um monumento
Imagina que um monumento da cidade mostra três nomes e o ano de 1944. Primeiro, observa as palavras e a data em vez de adivinhares pelo formato. Depois, pergunta a que acontecimento se referem os nomes e lê a informação próxima. Por fim, lembra-te de que o monumento transmite uma mensagem pública, enquanto famílias ou historiadores podem contar uma história mais completa.
Um erro comum
Um erro compreensível é pensar que respeitar um símbolo significa concordar com todas as decisões ou sentir a mesma emoção. Muitas pessoas aprendem a ligar os símbolos à lealdade, por isso as duas ideias podem parecer inseparáveis. Respeitar também pode significar compreender o que o símbolo representa para alguns, continuando a fazer perguntas.
Onde aparecem
Encontras símbolos públicos em edifícios, mapas, moedas, memoriais, eventos desportivos e dias de memória. Ajudam a reconhecer uma instituição ou a recordar um acontecimento passado. Repara em que experiências são mostradas, quais faltam e o que o símbolo pede às pessoas que recordem.
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