Espectroscopia de infravermelhos — Química, 14–17
Usar luz infravermelha para detetar ligações nas moléculas. Química, 14–17 anos.
As moléculas têm ligações em movimento
Na espectroscopia de infravermelhos, expõe-se uma amostra a luz infravermelha e registam-se os comprimentos de onda que ela absorve. Diferentes ligações vibram de maneiras diferentes, por isso o padrão funciona como uma impressão digital molecular e pode revelar grupos como O–H, C=O ou C–H.
O problema da estrutura invisível
Um líquido transparente pode parecer exatamente igual a outro, embora as suas moléculas sejam diferentes. Os químicos precisavam de uma pista rápida e não destrutiva sobre essas moléculas; a absorção de infravermelhos fornece-a ligando os picos medidos a vibrações específicas das ligações.
Reconhecer o etanol
Supõe que um líquido desconhecido tem uma absorção larga perto de 3300 cm⁻¹ e outra forte perto de 1050 cm⁻¹. O pico largo corresponde a uma ligação O–H, enquanto o mais baixo corresponde a C–O. Juntos, apoiam a presença de um álcool como o etanol, mas deves comparar todo o espectro antes de afirmares uma identidade exata.
Um pico não é a resposta inteira
É razoável comparar um pico marcante e parar, porque o gráfico parece oferecer um rótulo claro. Mas várias moléculas podem conter a mesma ligação e os picos podem sobrepor-se; usa o padrão completo, sobretudo a região de impressão digital, e compara-o com uma referência.
Verificar produtos e poluição
As empresas farmacêuticas usam espectros de infravermelhos para verificar se um material contém os grupos funcionais esperados. Laboratórios forenses e ambientais podem comparar um pó, tinta ou poluente desconhecido com espectros de referência, muitas vezes sem gastar toda a amostra.
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