Edições de gravura — Artes, 14–17
Como os artistas fazem um conjunto planeado de gravuras a partir de uma matriz e porque cada uma pode continuar a ser uma obra original.
O que é uma edição
Na gravura, uma edição é um conjunto numerado de impressões feitas a partir da mesma matriz preparada, como uma xilogravura, uma placa metálica ou um ecrã. As gravuras partilham a imagem, mas são obras físicas separadas, geralmente verificadas e assinadas pelo artista.
Porque existem edições
As edições resolveram um problema prático: uma imagem cuidadosamente feita podia chegar a mais do que uma pessoa sem se tornar uma cópia sem controlo. A numeração estabelece um limite e indica aos compradores quantas impressões pertencem àquela edição. A prática cresceu com tecnologias de impressão que permitiam repetir impressões.
Ler o número de uma edição
Uma gravura marcada 7/25 é a sétima impressão de uma edição limitada a 25 gravuras. O 7 indica a posição na sequência; o 25 é o número total planeado, não uma classificação. Se o artista marcar ainda duas provas como PA, são provas de artista e ficam separadas das 25 numeradas.
A armadilha: edições são cópias vulgares
É razoável pensar que a primeira gravura é a obra verdadeira e as restantes são apenas cópias. Numa edição, cada impressão é feita através da matriz do artista e pode ter pequenas diferenças materiais na tinta, no papel ou na pressão. A edição é original no processo, embora não seja única em quantidade.
As edições fora da escola
O pensamento das edições aparece em cartazes, livros de artista, fotografias assinadas, zines e lançamentos digitais limitados. Ajuda-te a ler uma etiqueta, a comparar a escassez de um objeto com o seu preço e a perceber porque uma obra assinada 7/25 é diferente de uma reprodução ilimitada vendida na Internet.
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